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sábado, 22 de janeiro de 2011

Desconectar para conectar

Muitas vezes não nos damos conta do quanto somos dependentes das tecnologias.


Elas estão presentes no nosso dia-a-dia nas atividades mais comuns, como ler, escrever e ver TV. Estamos sempre carregando um aparelho celular, a máquina fotográfica para registrar momentos importantes e até para escrever, utilizamos uma simples caneta esferográfica, também produto da tecnologia. Quantas vezes, ao invés de conversar com uma pessoa, mandamos mensagens por meio dos sites de relacionamentos?

Mas a dependência da tecnologia muitas vezes pode nos afastar do convívio com as pessoas, do contato direto com elas, afetando nosso relacionamento social. Afinal, e a necessidade que temos de estar com o outro, do seu carinho e afeto?

Muitos momentos importantes acontecem sem percebermos, simplesmente porque estamos olhando para um aparelho, “vivendo” uma interatividade virtual e não enxergamos o que está acontecendo ao nosso lado.

É preciso, portanto, valorizar mais o convívio, o estar junto com as pessoas que fazem parte de nossas vidas. Então, que tal simplesmente viver?

Assista o vídeo  "Disconnect to connect" e reflita.



domingo, 24 de outubro de 2010

Ensinando e Aprendendo com Tecnologias



   Educar é permitir que o aluno construa sua própria identidade e se torne um cidadão pleno. Por isso é preciso educar através do diálogo, da troca de experiências, da socialização de idéias...

   Com a utilização das tecnologias no cotidiano, principalmente dos meios de informação e comunicação, percebe-se que os alunos cada vez mais têm acesso às informações.

   Nossos alunos já estão nascendo numa cultura digital, cercadas por aparatos tecnológicos (TV digital, celulares, computador, etc) e seus recursos. Os brinquedos e brincadeiras antigas ganharam os recursos da era digital: antes brincavam com bonecas de pano; hoje, com videogames. Essas práticas já fazem parte do cotidiano deles.

   Portanto, essas crianças lidam com uma gama de informações e nem sempre sabem lidar com elas. E é neste momento que deve entrar o educador, que tem uma missão bem difícil: fazer com que essas informações se tornem significativas para eles, ou seja, fazer com que eles consigam apreendê-las, contextualizá-las, de modo que façam sentido para eles. Em outras palavras, fazer com que eles aprendam por meio desses aparatos tecnológicos.

   Interagindo com seus alunos, o professor deve propiciar momentos em que essas informações se cruzem com as que o aluno já conhece (conhecimento prévio), fazendo assim com que eles adquiram novos conhecimentos e levando-os a um processo permanente de pesquisa e aprendizagem. Isto porque o aprendizado não termina nunca.

   Agora dê uma olhadinha nesse vídeo:




   Aproveite para ver esse vídeo também, que fala sobre a Geração Y:




sábado, 15 de maio de 2010

Linha do tempo da Educação a Distância no Brasil

Em 1904: Escolas internacionais, que eram instituições privadas, ofereciam cursos pagos, por correspondência;


Em 1934: A Roquete-Pinto instalou a Rádio-Escola Municipal no Rio.Utilizavam correspondência para contato com estudantes;

Em 1939: Surgiu o Instituto Rádio Monitor;

Em 1941: Fundação do Instituto Universal Brasileiro, em São Paulo;

No período de 1961-65: O Movimento de Educação de Base (MEB) implementa um sistema de rádio educativo;

Na década de 70: Surgiu o Projeto Minerva. A Fundação Roberto Marinho cria um programa de educação supletiva a distância para 1º e 2º graus (Telecursos), com aulas via TV e apoio de materiais impressos;

Com os avanços da tecnologia , dos meios de comunicação e da internet, começaram a ser criadas novas modalidades de EaD;

1991: Implementação do programa Um Salto para o Futuro – parceria da TVE do Rio de Janeiro com a Secretaria Estadual de Educação para a atualização de docentes;

1992: Criação da Universidade Aberta do Brasil (Lei 403/92);

1994: Lançamento do Telecurso 2000 para o ensino de 1º e 2º graus, pela Fundação Roberto Marinho e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo;

1995: Criação, pelo Governo Federal, do TV Escola;

1996: Criação do PROINFO, pelo MEC;

Criação da Secretaria de Educação a Distância – SEED/MEC;

Criação da Lei 9394/96, que oficializou a Educação a Distância como modalidade válida e equivalente para todos os níveis de ensino;

1997: Criação do Canal Futura, pela Fundação Roberto Marinho

2000: É criada a Universidade Virtual Pública do Brasil (UniRede), um consórcio de 70 instituições públicas de ensino superior, cujo objetivo é democratizar o acesso à educação de qualidade por meio da oferta de cursos à distância.

2004: O Centro de Educação a Distância da UnB é autorizado a receber cursos do Programa de Formação Inicial para Professores em Exercício no Ensino Fundamental e no Ensino Médio (Pró-Licenciatura).

2005: É criado o Sistema Universidade Aberta do Brasil – UAB, voltado para o desenvolvimento da modalidade de Educação a Distância, com a finalidade de expandir e interiorizar a oferta de cursos e programas de educação superior no País e referendado pelo Decreto nº 5.800, de 8 de junho de 2006.

A partir daí, várias instituições estão autorizadas a ofertar cursos de graduação e pós-graduação e cursos livres à distância.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Educação: Tradicional ou Inovadora?


Um dos grandes desafios da escola atualmente é promover e facilitar os processos de aprendizagem.  
E a utilização das tecnologias em sala de aula pode favorecer esse processo.  Mas a tecnologia por si só não é capaz vencer as barreiras de uma cultura em que prevalece basicamente a reprodução do ensino convencional.
Então como ensinar nossos alunos nos dias de hoje?
Muitos pensam que para serem modernos, basta investir em tecnologias, principalmente computadores, já que o equipamento trará um avanço ao ensino.  Porém é preciso adotar uma tecnologia inovadora (como a da informática) e mudar a prática da pedagogia conservadora,  repensar para além das metodologias e entender que é possível construir uma aula dinâmica, interativa e reflexiva, sem necessariamente reproduzir em sala de aula aquele ensino tradicional. 
É preciso ensinar aos alunos a utilizar as tecnologias com criticidade. Isto significa não só preparar os alunos para sua utilização, mas também fazer com que eles reflitam sobre seu uso, debatam, conversem sobre o que estão vendo ou lendo e possam emitir suas próprias opiniões.

Então veja o vídeo e tire suas próprias conclusões:  metodologia ou tecnologia?






terça-feira, 29 de setembro de 2009

Vídeo

Atividade desenvolvida para a disciplina de Fundamentos de Tecnologia Educacional.


A construção do vídeo foi trabalhosa, pois nos preocupamos em retratar um cotidiano da vida familiar ressaltando as mudanças tecnológicas do mundo atual. 
Nunca tínhamos feito um trabalho como esse.  Foi de grande valor utilizar as ferramentas do Movie Maker.

 

sábado, 19 de setembro de 2009

Web 2.0

A Web 2.0 é o nome que se dá para a segunda geração da internet (WWW - World Wide Web).  Isto implica em maior dinamismo, evolução e interatividade nos serviços oferecidos pela internet.

Assim, a internet atualmente oferece aos usuários serviços colaborativos de fácil acesso à informação, à publicação e ao compartilhamento, pois permitem ao usuário tornar-se receptor e também emissor da informação,  uma vez que pode alterar, redimensionar e até modificar essa informação, não necessitando ser um expert em programação para usar essas ferramentas.  
Essas ferramentas  permitem a publicação de conteúdos, comentários e a participação em redes sociais.  Entre outros,  citamos alguns serviços:  blogs, wikis, podcast, twitter e youtube.

Veja o vídeo "Web 2.0 - A máquina somos nós".  Ele mostra a evolução da internet e nos leva a refletir sobre a nossa relação com a tecnologia.





Além do vídeo,  encontramos também na internet  um  Manual  sobre as ferramentas da Web 2.0 para professores, publicado pelo Ministério da Educação de Portugal.  O material é muito bom e vale a pena dar uma olhadinha.


domingo, 6 de setembro de 2009

Direitos Autorais

Direitos Autorais, segundo a Lei de Direito Autoral (nº 9610/98) significam os direitos de autor e os que lhes são conexos.
Muitas pessoas colocam em seus blogs material que pode estar protegido e não sabem.  Acham que só porque a informação está na internet, pertence ao "domínio público" e podem usá-la livremente.   Mas os direitos que o autor tem por sua obra (propriedade intelectual) continuam existindo.
Isso quer dizer que não se pode sair por aí publicando ou copiando qualquer coisa que estiver na internet, pois o material depende da prévia autorização do autor para ser reproduzido. 
Para saber mais sobre direitos autorais, veja em  Lei n° 9610/98.
Assista o vídeo e aprenda um pouco mais sobre direitos autorais, para quem está começando a publicar na internet.





Você também pode acessar o youtube e pesquisar um pouco mais sobre o assunto.  Clique nos links abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=mTuRs6kgNcY&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=KkRVBp_BMbE&feature=related




Tecnologia da Educação

Luckesi define Tecnologia Educacional como:


“... a forma sistemática de planejar, implementar e avaliar o processo total da aprendizagem e da instrução em termos de objetivos específicos, baseados nas pesquisas de aprendizagem humana e comunicação e materiais, de maneira a tornar a instrução mais efetiva”. (LUCKESI, 1986, p.56).


Portanto, pode-se afirmar que a tecnologia não se resume ao equipamento utilizado em sala de aula, mas que é um saber, uma nova forma de fazer. A tecnologia educacional é a própria educação, enquanto incorpora os equipamentos tecnológicos.



Com a evolução das tecnologias e as mudanças causadas por elas no modo de vida da sociedade, coloca-se em pauta novas discussões sobre seu uso e suas potencialidades (dependência X autonomia; empobrecimento X enriquecimento cognitivo e etc.)



A utilização das tecnologias educacionais vem criando novas formas de conhecimento e informação, o que coloca em evidência novas formas de se comunicar e de se relacionar com o outro e com as novas tecnologias.



Essas inovações tecnológicas exigem uma nova reflexão sobre a prática pedagógica (formas de ensinar) além de abrir caminhos para novos (amplia os horizontes) para os processos de ensino-aprendizagem. Isto leva o professor a mudar de postura perante a implantação dessas tecnologias que estão invadindo as salas de aula.


LUCKESI, C. Carlos. Independência e inovação em Tecnologia Educacional: ação-reflexão. Tecnologia Educacional. Rio de Janeiro, v.15, n71/72, p.55-64, jul./out.1986.


Aproveite e veja também um vídeo que mostra a evolução das tecnologias ao longo dos tempos: